Fundação

A∴R∴L∴S∴ AMARANTO 371

Estandarte

A  A∴R∴L∴S∴ AMARANTO 371 foi fundada em 15 de maio de 1989.

Fundadores:

Carlos Bonilha;

João Carlos Zambom;

Paulo Roberto Raimundo†;

Silvio José Buso;

Antonio Carlos Pires;

Gerson Passianoti;

Nelson João Ferrari;

Antônio Cláudio Chiarotto.

Colaboradores que não puderam constar como fundadores,

porque não eram M∴M∴ na época:

José Antônio dos Santos Magalhães;

Dirceu Roveri;

Dirceu Alves;

Lorival Pilotto;

Luiz Carlos Gava.

“O SIGNIFICADO DO NOME AMARANTO”

  •  De acordo com o dicionário da língua portuguesa de Aurélio -Buarque, Amaranto:

•  Do grego: amárantos (imarcescível) que não murcha, ou de longa duração ou longevidade.

•  Do latim – amarantu – substantivo masculino, gênero de plantas herbáceas da família das amarantáceas, cultivadas por suas flores.Exemplo – macela.

•  Significado esotérico:

•  Amaranto é a flor que simboliza a imortalidade, ou a vida eterna.

•  Uma coroa feita destas flores proporciona fama e favores para que a usa.

•  Significado popular:

•  O Amaranto também é conhecido por BREDO OU CARURÚ

•  Amaranto é à flor do cemitério, pois não murcha, ou nunca morre, por esta razão são comumente chamadas “sempre vivas”.

•  A crendice popular reza que a flor após ser colhida se torna mais bonita e delicada e que representa o símbolo da imortalidade.

•  Significado histórico:

•  Para os romanos a planta era considerada sagrada, pois devido sua longevidade, mantinha-se com a aparência de sempre viva, além dos teores nutritivos, a planta tinha propriedades de embelezar o corpo (manter a forma) e ornamentando-o através das vestes tingidas com suas cores.

•  O Amaranto também era considerada sagrada pelos índios Ocampos, que viveram no México, estado de Veracruz cerca de 4.000 ac . Também pelos Mayas, pelos Astecas, e pelos Incas, pois além dos valores nutricionais, curativos e pelo vigor que lhes proporcionava era utilizada em rituais religiosos onde era chamado de “Kiwicha” o que significa pequeno gigante.

•  Há mais de quinhentos anos, os grãos de amaranto faziam parte da dieta do dia a dia dos Astecas e eram parte integrante de seus ritos religiosos. Os Astecas confeccionavam ídolos com uma pasta feita de sementes de amaranto moídas e tostadas, misturadas com o sangue das vitimas de sacrifícios humanos. Durante os festivais religiosos, os ídolos eram quebrados em pedaços e ingeridos pelos fiéis, uma pratica que os conquistadores espanhóis consideraram uma paródia perversa da Eucaristia Católica. Quando os espanhóis subjugaram os Astecas em 1519, eles proscreveram a religião Asteca e com ela o cultivo do amaranto.

Dados extraídos de trabalho apresentado pelo Ir:. José Luiz Orvat

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